CNJ denuncia tentativa de realização de assembleia “ilegal” em Luanda

O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) denunciou, esta sexta-feira, 15 de Maio, uma alegada tentativa frustrada de realização de uma assembleia considerada “ilegal”, promovida por um grupo de jovens e organizações que, segundo a instituição, não integram os seus órgãos oficiais.

 

Em nota informativa divulgada em Luanda, o CNJ afirma que o encontro teria sido organizado nas instalações do Hotel Skina, com o objectivo de “desobedecer e atropelar as normas estatutárias” da organização juvenil.

De acordo com o documento, as organizações membros do CNJ solicitaram a intervenção das forças da ordem para repor a legalidade. A polícia deslocou-se ao local e suspendeu a realização da suposta assembleia, por alegada violação dos Estatutos e do Regulamento Interno Geral da instituição.

O CNJ acusa ainda os promotores do encontro de utilizarem de forma “abusiva” símbolos, bandeiras, documentos e outros meios pertencentes à organização.

A nota refere igualmente que a intervenção policial resultou na detenção de alguns indivíduos que, segundo o CNJ, se faziam passar por membros e dirigentes da organização.

O Conselho Nacional de Juventude assegura, por outro lado, que continua “firme e coeso” com os seus órgãos sociais “democraticamente eleitos”, mantendo em perspectiva a realização da assembleia de balanço e renovação de mandatos prevista para Novembro deste ano.

A organização reafirma também o seu compromisso com a promoção de uma “juventude angolana mais patriótica e solidária rumo ao desenvolvimento sustentável”.

 

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