Shakira escreve carta aberta sobre a separação e a vida profissional

Shakira escreveu uma carta emocionante no jornal O Globo, onde reflete sobre o fim do seu relacionamento com Gerard Piqué e os desafios que enfrentou como mãe e artista. A cantora falou ainda fala sobre a sua nova tour, “Las Mujeres Ya No Lloran”.

Shakira abriu o coração ao escrever uma carta muito pessoal no jornal brasileiro “O Globo”, intitulada “Chorar já não basta”.

No documento, a artista recordou um dos episódios mais dolorosos da sua vida: o fim da sua relação com Gerard Piqué, pai dos seus filhos, Milan e Sasha.

Shakira assume que ficou “uma mulher diferente” mas que teve que seguir em frente como “mãe, provedora e artista”.

A artista falou ainda sobre o grande concerto que deu em Copacabana, no Rio de Janeiro, este sábado, dia 2 de maio.

“Há uma pergunta que me assombra desde o dia em que recebi o convite, e precisei de viajar muitos quilómetros e pensar muito antes de conseguir respondê-la. Porquê eu? Porquê Copacabana? Porquê o Rio de Janeiro? Porquê agora? Para respondê-la, preciso voltar a um dia em que tudo o que eu tinha construído desmoronou de uma vez.

Não foi um processo longo, não houve sinais graduais: foi uma única manhã em que acordei uma mulher diferente, com uma vida diferente. No dia seguinte, tive que me levantar, preparar o pequeno almoço, levar as crianças à escola, atender o telefone e continuar com a minha carreira. A vida não dá descanso às mulheres quando elas se veem repentinamente sozinhas, com todos sobre os seus ombros”, referiu a artista colombiana.

A cantora de “La Tortura” explicou que a sua tour “Las Mujeres Ya No Lloran” (As Mulheres Já Não Choram), não é um ato de vitimização ou vingança, mas sim um assumir de que há uma vida para organizar.

“Tive que me reinventar completamente — como mãe, provedora, artista e mulher. Esse processo de aprendizagem deu origem à tour “Las Mujeres Ya No Lloran”. Não é um grito de vingança nem uma declaração de vitimização. É exatamente o oposto: a constatação de que chorar já não basta. Há filhos para sustentar, contas para pagar e vidas para construir. E que é possível fazer tudo isso com dignidade”, reconheceu.

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