O Governo Sombra da UNITA prestou homenagem a todos os homens e mulheres que, ao longo da História de Angola, têm contribuído para a produção e difusão da arte, destacando o seu papel na afirmação da identidade nacional e na resistência cultural do povo angolano.
Em nota, a organização sublinha que a arte, expressa em diversas formas como música, dança, pintura, literatura, cinema, teatro e arte digital, constitui um elemento fundamental da mundividência e da identidade cultural do país.
Por ocasião da celebração do Dia Mundial da Arte, o Governo Sombra da UNITA defende a necessidade de implementação de políticas públicas voltadas à valorização do património artístico e cultural. “É fundamental a efectivação de uma política pública que valorize o património cultural, fortaleça a identidade nacional e promova a economia criativa como vector de progresso”, refere o documento.
A instituição considera ainda que o investimento nas artes deve ser encarado como um factor estratégico para a diversificação económica, salientando a importância de se garantir a liberdade de expressão artística e a protecção dos direitos autorais. “O desenvolvimento do sector passa igualmente pelo asseguramento dos direitos dos criadores e pela criação de condições para um mercado artístico livre e dinâmico”, acrescenta.
Apesar do potencial existente, o Governo Sombra da UNITA alerta que muitos artistas angolanos continuam a enfrentar dificuldades no exercício das suas actividades e no acesso aos benefícios resultantes das suas obras.
Para inverter este cenário, a organização defende a adopção de medidas públicas concretas que promovam a abertura, expansão, regulação e consolidação das indústrias culturais no país.
O Governo Sombra da UNITA encoraja, por fim, os fazedores de arte a prosseguirem com as suas actividades, reconhecendo o seu contributo para a valorização da cultura nacional e para a melhoria das condições de vida da classe artística.