A Direção da IRDA – Igreja do Reino de Deus em Angola repudiou, em comunicado, aquilo que considera ser uma campanha de desinformação e manipulação da opinião pública relacionada com uma alegada deslocação do bispo Edir Macedo a Angola.
Segundo a instituição religiosa, têm circulado em plataformas digitais e redes sociais informações “infundadas” que insinuam a existência de convites, articulações ocultas e alegados vínculos institucionais entre a IRDA e a Igreja Universal do Reino de Deus.
No documento, a direção da igreja esclarece que “nunca existiu qualquer convite oficial dirigido ao Bispo Edir Macedo para deslocar-se a Angola em representação ou ligação à IRDA”, considerando a narrativa “falsa, irresponsável e fabricada”.
A instituição sublinha ainda que a IRDA é uma organização religiosa “autónoma e juridicamente independente”, rejeitando qualquer tentativa de associação a estruturas externas.
“A sociedade angolana já reconhece os métodos recorrentes de difamação, provocação e manipulação emocional utilizados por certos agentes”, refere o comunicado, numa alusão a conteúdos associados ao portal Joana Clementina e a indivíduos classificados pela direção da igreja como dissidentes.
A IRDA condenou igualmente o uso do nome do Presidente da República, João Lourenço, em “narrativas sem fundamento sério”, defendendo o respeito pelas instituições do Estado e pela estabilidade social do país.
“A IRDA pauta-se pelo respeito absoluto às instituições da República, à legalidade, à paz social e à estabilidade institucional do país”, destaca a nota.
No fecho do comunicado, a direção apelou aos fiéis e à população em geral para que rejeitem conteúdos sem confirmação oficial e divulgados com “objetivos claramente maliciosos”.
“A verdade institucional prevalecerá sempre sobre a propaganda, a intriga e a desinformação”, conclui a instituição.