Presidente da Comissão de Carteira e Ética elogia cobertura da TPA durante visita do Papa Leão XIV

A jornalista e presidente da Comissão de Carteira e Ética, Luísa Rogério, elogiou, nesta quarta-feira, 22, através das redes sociais, o trabalho desenvolvido pela Televisão Pública de Angola (TPA) durante a visita do líder da Igreja Católica, Papa Leão XIV, ao país.

Na sua publicação, a responsável destacou o elevado nível de qualidade técnica apresentado pelo órgão público durante a cobertura do evento, considerando que o desempenho dos profissionais foi exemplar.

“Uma das ilações imediatas da visita pastoral do Papa Leão XIV ao nosso país é a qualidade da cobertura mediática. Os órgãos de comunicação social fizeram o seu trabalho”, afirmou.

Luísa Rogério sublinhou que, durante a cobertura, os jornalistas actuaram com profissionalismo e espírito de cooperação. “Os jornalistas foram apenas jornalistas. Conviveram, trocaram dicas e enfrentaram as mesmas condições no terreno”, referiu.

Relativamente ao acesso ao Palácio Presidencial, a responsável destacou a abertura às diferentes plataformas mediáticas, contrariando práticas anteriores. “Abriu-se as portas para a imprensa privada e estrangeira”, salientou.

A jornalista elogiou igualmente o processo de credenciamento, defendendo que não houve exclusão de profissionais. “Os constrangimentos registados relativamente ao credenciamento não decorreram da natureza pública ou privada dos órgãos. Praticamente, ninguém se sentiu ‘filho de um Deus menor’”, frisou.

Luísa Rogério, que também integrou a cobertura, chamou atenção para o desempenho da TPA, destacando a diversidade de vozes ouvidas e o equilíbrio editorial. “A estação pública esteve bem, revelando repórteres que foram apenas jornalistas. Ouviram diferentes franjas da população, incluindo personalidades que normalmente não são vistas na televisão”, destacou.

A responsável acrescentou que o trabalho reflecte o potencial dos profissionais quando há condições adequadas. “Nota para o facto de o trabalho ter sido feito pelos mesmos homens e mulheres que actuam nos dias comuns. Quando as ‘ordens superiores’ e o excesso de zelo dão lugar à liberdade editorial, é possível fazer jornalismo”, considerou.

Segundo a também presidente da Comissão de Carteira e Ética, os debates promovidos durante a cobertura foram equilibrados, com questões pertinentes e respostas esclarecedoras.

No final, Luísa Rogério manifestou satisfação com o desempenho geral e deixou uma mensagem de incentivo. “É possível. Ouso dizer: parabéns pelo bom desempenho”, concluiu.

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